quinta-feira, março 26, 2009
Faltou u-hu
É meio frustrande quando você vai pra um show com uma mega expectativa e sai de lá com a sensação de que no CD é melhor. Foi o que aconteceu ontem no show do A-Ha. Estava crente que me divertiria horrores em ouvir ao vivo as músicas que me fizeram dançar em bailinhos de garagem no final dos anos 80 / começo dos 90. Algumas até emocionaram, como o caso de Hunting High and Low que ganhou uma versão violão, vozes e teclado que ficou realmente bonita. Mas as mais entusiamantes como The Sun Always Shines on TV e Take On Me, que fechou o show, não me empolgaram mais do que se eu as estivesse ouvindo no rádio do meu carro. Não sei se foi o som baixo, ou se foi a pouca vibração que vinha da banda, ou a falta (pra não dizer nenhuma) de uma decoração de palco...só sei que faltou u-hu no show do A-Ha.
quarta-feira, março 11, 2009
Olê, olê, olê, olê, quinê, quinê!
O show do Keane ontem foi tão bom quanto o primeiro em 2007. Tom Chaplin continua com aquela cara de inglesinho gordinho e com frio (por causa das bochechas cor-de-rosa) e sua voz está mais intensa do que nunca. Me pareceu que ele estava ainda mais animado do que a primeira vez, falando em português, interagindo com a platéia o tempo todo, em êxtase com toda a energia que o povo de sampa estava mandando de volta pra ele durante o show. A maioria das músicas tocadas eram do álbum novo, o Perfect Symmetry, mas outros hits do Hope & Fears e Under the Iron Sea estiveram presentes para a alegria da galera. Mesmo do alto da platéia superior do Credicard Hall deu pra se divertir e se emocionar com a performance dos caras. E terminar a noite com um sorriso na cara depois de ouvir a minha preferida Bedshaped :-)
Nosso Wagner
O que dizer de um cara que atua, canta e dança maravilhosamente bem? É o que a gente ficou se perguntando no show da Banda do Wagner Moura - Sua Mãe. O som é um tipo de rock brega e muito divertido que fica ainda melhor na voz do cara. O ponto alto da performance foi quando a banda decidiu tocar Creep do Radiohead sabendo que a banda aterrisa por aqui logo mais. E depois ainda teve aquele charminho do bis, onde eles pediram pra gente fingir que não sabia q eles iam sair e voltar ao palco em seguida. Nos sentimos "brothers", ou melhor, sisters do Wagner. E como boas sisters vamos prestigiá-lo sempre que ele vir pra Sampa. Com todo prazer :-)
Fome
Ok, o filme não é nenhuma novidade. Mas um roteiro brasileiro e bom como esse, é. Assisti ao filme Estômago esse fim de semana e fiquei fascinada pela história. Trata-se de um retirante da Paraíba, se não me engano, que vem parar em São Paulo e por acidente começa a trabalhar na cozinha de um bar. O cara começa a mostrar que leva jeito pra coisa quando sua coxinha vira o must no bar e acaba caindo no gosto de um dono de restaurante italiano, que acaba ensinando tudo de cozinha pro tal Paraíba. No desenrolar da história, o nordestino acaba parando na cadeia e é de lá que ele narra a história, de trás pra frente, e vai mostrando todos os pratos que ele sabe fazer. Parece um roteiro bobinho, mas não é. É inteligente, afinado, bem filmado e ainda deixa a gente com água na boca. Inclusive, recomendo a goiabada com gorgonzola que aparece no filme. Deixei o queijo minas de lado e me joguei nessa combinação. E posso falar? Ficou tudo de bom :-)
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Atordoada
Foi assim que sai da sala de cinema onde fui ver Revolutionary Road, horrivelmente traduzido como Foi Apenas um Sonho. O filme caminhava para uma daquelas histórias onde tudo dá certo, com um casal cool demais para a década de 50 e de repente...o barquinho que estava navegando por mares extremamente calmos simplesmente despenca cachoeira abaixo. É só uma metáfora pra explicar a virada que o filme dá deixando a gente meio abobada pensando e repensando os relacionamentos, casamentos, sonhos e afins. Kate Winslet está brilhante no papel da esposa frustrada e o Leonardo DiCaprio não fica atrás, fazendo o marido covarde que na hora do vamos ver, não tem coragem de mudar de vida. Mais vida real, impossível.
sábado, janeiro 03, 2009
Finalmente um Ano Novo
Eu sempre fui daquelas pessoas que sempre gostaram mais do Natal que do Ano Novo. Talvez porque meus anos novos nunca foram do jeito que eu sempre quis que eles fossem: rodeados de amigos. E finalmente, este ano, eu pude sentir na pele (e na cabeça, e no estômago...) como uma passagem de ano assim pode fazer você feliz. A minha foi simplesmente perfeita. Não só pelas amigas que foram comigo nessa empreitada, com a mesma vibe e a mesma vontade de se divertir, como pelos novos amigos que fizemos. Um ano que começa assim tão bom não tem como dar errado. 2009, seja muito bem-vindo :-)
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